Nhoa

Sou Raimundo Miguel ou  Ray Baniwa como sou mais conhecido. Indígena da etnia Baniwa, nascido e criado numa das muitas comunidades da região do Içana. Comecei a blogar desde 2007, usando o blogger, depois migrei para o WP em 2008 numa das oficinas que participei sobre produção de conteúdo pelo Programa GESAC.  Participo como moderador de um grupo de discussão de  Indígenas na Web no face – a Rede de Cultura Digital Indígena– RCDI , iniciado no Simpósio realizado na USP em São Paulo, em dezembro de 2010.

Atualmente cuido da presença da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro-FOIRN na web.

Aprendí blogar blogando. E vou indo… Se interessar mais sobre minha história leia aqui

Espero que gostem deste espaço!!!

Abraços !!!

Meus perfís por aí……

No Flickr: http://www.flickr.com/photos/benjamimray

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Foto de capa:Marcia Wayna Kambeba

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19 respostas em “Nhoa

    • Valeu pelo comentario João, conhecí a Revista Espirito Livre a pouco tempo, mas, é muito bom, gostaria de parebenizar voces pelo lindo trabalho. Quanto a sua proposta acho legal. Temos as nossas experiencias que podem ser publicadas.

      E vou continuar divulgando o trabalho de voces por aqui.
      Abraços

  1. Boa noite,
    Sou conterrânea sua {sou de São Gabriel da Cachoeira também, mas da sede 🙂 }
    Sou indígena por parte do meu pai da etnia Baré e por parte da minha mãe uma misturada doida! Rs ‘
    Adorei o seu trabalho, ainda mais em saber que você também adora a área de computadores & tecnologias! Estou terminando esse ano o curso Técnico em Informática no IFAM – Campus SGC.
    Gostariia muito de manter contatos com você, e se puder, ajudá-lo!
    Obg!

    Abraços.
    – Lizandrah Albuquerque

  2. Benjamim, seu blog é ótimo, fico feliz pela indicação e também pela visita no meu blog. A Amazônia e suas riquezas encantam a todos, e divulgá-las é um bem que fazemos não só para a Amazônia mas também para todos aqueles que podem ouvir suas histórias, sentir mesmo que de longe suas tradições e sonhar com o dia em que tudo se manterá preservado e resguardado. Parabéns pela sua iniciativa. Voltarei ao seu blog mais vezes.
    Paula Quintão
    manauspramim.wordpress.com

  3. FALA “DESCONHECIDO” RSRS TUDO BOM!! AQUI QUEM TECLA É O SGT WANDERSON E O SGT VAZ SOMOS MILITARES DO EXERCITO ESTAMOS REPRESENTANDO NOSSA EQUIPE DE ESPORTES DE AVENTUTA (ROTAS SEM LIMITES) SOMOS LOUCOS POR VIAGENS A LUGARES INUZITADOS. ESTAMOS MARCANDO UMA VIAGEM PARA O “PICO DA NEBILA”, ENTRE O DIA 25 NOV OU 1 DE DEZEMBRO, EM NOSSAS FÉRIAS E ESTAMOS REALIZANDO ALGUNS CONTATOS E JÁ CONSEGUIMOS UM POSSIVEL CONTATO EM MANAUS. NAVEGANDO PELA NET ENCONTRAMOS SEU BLOG E ESPERO QUE VC POSSA NOS AJUDAR SENDO O NOSSO EM SÃO GABRIEL. ME MANDA UM EMAIL PARA TROCARMOS MAIORES INFORMAÇOES. EMAIL DA EQUIPE ROTAS: WANDERSON_AMIGUINHO@HOTMAIL.COM OU VAZNB@HOTMAIL.COM. GRANDE ABRAÇO ESPERAMOS SUA AJUDA.

  4. Caros , ajudem-nos nesta divulgação!

    Neste ano, o prêmio selecionará os premiados entre as iniciativas habilitadas na 2ª. edição.

    III edição do Prêmio Culturas Indígenas busca ampliar número de comunidades e organizações indígenas premiadas
    Desde a primeira edição, realizada em 2006, o Prêmio Culturas Indígenas cadastrou mil cento e cinqüenta práticas de fortalecimento das culturas indígenas em todo o Brasil. Do total de inscritos foram premiadas 184. “Muitas das iniciativas inscritas em 2007 foram habilitadas como práticas de fortalecimento cultural mesmo não recebendo o prêmio. E será justamente entre essas práticas que faremos a seleção, premiando o esforço das comunidades e organizações que enviaram suas inscrições.”, explicou Mauricio Fonseca, coordenador do Prêmio.

    Iniciativa da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura em Parceria com as organizações indígenas e com o patrocínio da PETROBRAS, o Prêmio Culturas Indígenas está sendo realizado em 2010 em um novo formato. A idéia da edição que homenageia Marçal Tupã-Y é selecionar, entre as inscrições habilitadas em 2007, os 92 trabalhos que serão premiados neste ano. Entre os critérios da equipe de seleção consta premiar o maior número de povos por estado. A confirmação das inscrições segue até 15 de outubro. Cada premiado receberá 20 mil reais.

    PORTAL – Outra novidade da atual edição será a criação de um portal de informações interativo sobre culturas indígenas que será lançado simultaneamente à premiação, marcada para o final do ano. A idéia é que o portal, alimentado pelo banco de dados do prêmio, seja também um canal de divulgação das culturas indígenas. Serão disponibilizadas para a rede de comunidades e organizações indígenas, entre outros segmentos, informações e ferramentas que estimulem a troca de experiências, ofereçam subsídios para elaboração de políticas públicas e que ampliem o mapeamento e a divulgação dessas expressões culturais. O objetivo deste portal é de fortalecer a rede das culturas indígenas.

    A realização do Prêmio é feita pela ARPINSUL em parceria com a SID/MinC. Ação inédita do MinC para incentivar a produção cultural indígena, o Prêmio busca destacar as ações, projetos e iniciativas, desenvolvidos coletivamente nas comunidades indígenas do Brasil e compartilhá-los com a sociedade civil. Para conhecer mais sobre as iniciativas habilitadas e premiadas nas edições anteriores é possível consultar os catálogos ilustrativos 2006 e 2007 que trazem um perfil dessas práticas.

    MARÇAL TUPÂ-Y – A cada edição o Prêmio Culturas Indígenas homenageia um líder indígena reconhecido pela luta em favor dos direitos dos povos indígenas. A III Edição relembra o líder guarani Marçal Tupã-Y assassinado em 25 de novembro de 1983 em função de seu papel na luta pela demarcação das terras indígenas. O Prêmio Culturas Indígenas já homenageou o líder kaingang Angelo Cretã e o cacique Xicão Xucuru, respectivamente em 2006 e 2007.

    Quem está concorrendo ao Prêmio

    As iniciativas que foram habilitadas na edição 2007 do Prêmio Culturas Indígenas

    Como se inscrever

    As comunidades contatadas pela equipe do Prêmio devem enviar para Rua Harmonia, 1150, bairro Vila Madalena, São Paulo, SP, Cep: 05435-001, os seguintes documentos:
    · um documento reafirmando a intenção de executar as ações previstas na iniciativa da comunidade ou organização indígena
    · um segundo documento indicando o representante da comunidade que receberá o recurso em caso de premiação.

    *Estes documentos devem conter pelo menos 10 assinaturas de lideranças da comunidade proponente da iniciativa. Se a iniciativa tiver sido apresentada por uma organização indígena, deve conter a assinatura de todos os seus diretores.

    Prazo final para envio de documentos

    15 de outubro de 2010

    COORDENAÇÃO DO PRÊMIO CULTURAS INDÍGENAS
    e-mail : premioculturasindigenas@gmail.com
    (11) 3868.3760/
    Contato: Maurício Fonseca, coordenador geral
    (11) 9293.2030
    Email: mafonn@gmail.com

    INFORMAÇÕES À IMPRENSA
    Railidia Carvalho e-mail : railidia@gmail.com
    (11) 3571 6489 / (11) 9379 9742

    • Valeu Joao, obrigado por visitar e gostar do meu blog. Sugestões como a sua são valiosas para mim e para melhorar cada vez mais a proposta do blog. Volte sempre, aqui sempre será bem-vindo.

      Forte Abraço

      Ray

  5. Olá, Ray!
    Como vai? Achei maravilhoso o projeto da Escola de Xamanismo. Preciso entrar em contato com você sobre a escola de xamanismo para um documentário que estou realizando sobre “Ervas e Saberes da Floresta”. Sou cineasta e aprovei este projeto de pesquisa e registro dos saberes tradicionais que realizo há 4 anos por meio de editais públicos de incentivo ao audiovisual do governo federal. Gostaría de seu e-mail e telefone para conversarmos sobre a minha visita até a Escola de Xamanismo..

    grata,
    Zienhe Castro

  6. Olá! Rekuntári será nheengatú, Ray?

    Eu moro em Belém do Pará. Sou formado em Ciências da Computação, mas cultivo um interesse por línguas, e esse interesse acabou por desbocar nas línguas indígenas. Quis aprender o tupi antigo (tupinambá) que era falado na costa brasileira em 1500. Como o material sobre a língua é muito escasso, comecei a buscar (caçando em bibliotecas, livrarias, internet…) conhecimento paralelo em outras línguas da família tupi-guarani (guarani, tembé, kamaiurá, suruí…), e isso me levou ao nheengatu, descendente direto do tupinambá que tenho buscado aprender.

    Assim como eu, há “karíwas” por aí interessados em aprender (pelo menos um pouco de) “tupi”. Como o aprendizado do tupinambá é difícil por se tratar de uma língua atualmente morta, penso que uma alternativa viável seria oferecer a essas pessoas, pela internet, o conhecimento do nheengatu, língua ainda viva, e com uma gramática que os séculos tornaram um tanto mais fácil para os falantes de português.

    (Se nesse processo elas pudessem ler coisas escritas por falantes nativos do Alto Rio Negro, então, isso poderia ter o saudável efeito colateral de aproximar os estudantes da cultura e da causa indígena.)

    Até que há uma certa abundância de material sobre nheengatu, mas a maioria é do século dezenove. Sobre o nheengatu ATUAL. Consegui xérox de um livro que um padre da Arquidiocese de SGC (Afonso Casasnovas) publicou em 2000 e uma cópia de uma tese de mestrado de uma estudante de linguística (Aline Cruz) agora em 2011. Deu para sair da escuridão, mas ainda é muito pouco para dar um conhecimento prático da língua.

    Gostaria então de me corresponder com falantes nativos de nheengatu do Rio Negro para adquirir maior fluência na língua e tirar dúvidas que apareçam no processo. Tu falas nheengatu? Poderias ser esse correspondente, ou me indicar outras pessoas com quem eu poderia me comunicar? (Mesmo que não dê para ser por internet, mas por carta!) Há alguém, por exemplo, na FOIRN que poderia me ajudar?

    Desde já, obrigado pela resposta. 🙂

    e-mail: emerson.costa@gmail.com
    twitter: @ensjo_ (com sublinhado no final)
    orkut: “Ensjo” *o|-<( [Emerson Costa]
    facebook: Emerson Costa

    http://tupi.wikispaces.com

    • Valeu Emerson não não falo, mas, entendo alguma coisa. Mas, como vc mesmo disse, tenho muitos amigos que posso te indicar para vc conversar, incluindo pessoal que já usa a internet. Vou conversar com eles e apresento vc a eles. Até breve, abraços!!

      • Ô, Ray, será muito bom se puderes me colocar em contato com essas pessoas. Kwekatú reté! (Muito obrigado!) 🙂 Fico no aguardo dos endereços. Claro que por internet tudo fica mais fácil, mas mesmo que alguma dessas pessoas dispostas a se comunicar só possa usar correio tradicional, serve também. 🙂
        ~~~
        Uma coisa à parte, que achas de fazer postagens bilíngues, em português e em Baníwa? Nem que a parte em Baníwa fosse só um resuminho, mas já era algo a mais a favor da vitalidade da língua. Pensa nisso. 😉

  7. Olá Ray, sou Professor de Escolas no Rio Grande do Sul, atuo na disciplina de História, vejo que você também é Professor. Gostaria de manter um contato e tirar algumas dúvidas para me preparar melhor em sala de aula, enriquecendo-as com a História Baniwa.
    Abraço…

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