FOIRN 27 anos

Dia 30 de Abril de 2014 – 27 Anos de Lutas e Conquistas da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN.

Diretor Renato da Silva Matos lê a Carta de comemoração de 27 (abaixo) anos durante a cerimônia. Foto: José Miguel Nieto Olivar

Diretor Renato da Silva Matos lê a Carta de comemoração de 27 (abaixo) anos durante a cerimônia. Foto: José Miguel Nieto Olivar

No dia 30 de abril de 1987 o ginásio da Diocese de São Gabriel da Cachoeira foi o palco onde se reuniram mais de 400 lideranças indígenas que vinham desde os anos 1970 se organizando e discutindo os direitos dos povos indígenas da região do Rio Negro. Neste evento que juntou diferentes etnias, povos, línguas, tradições e trajetórias históricas foi fundada a FOIRN. Nessa reunião estavam presentes não somente nossos parentes, mas também autoridades do Estado Brasileiro. Não que a presença de pessoas de contextos diferentes aos nossos fosse novidade. Nós indígenas do Rio Negro temos uma história de resistência à colonização desde a chegada de portugueses e espanhóis e mantemos nossa identidade indígena até hoje. A fundação da FOIRN marca mais uma dessas fases de resistência e foi com os motes de Terra e Cultura que fomos buscar nossos direitos.

A FOIRN foi criada para que nós tenhamos nosso próprio meio de expressão e reivindicação. Aqui nós falamos por nós mesmos, sem intermediários ou atravessadores.

Desde 1987 muitas ações foram concretizadas. Temos hoje Terras Indígenas demarcadas, a educação escolar indígena tem exemplos positivos, as línguas indígenas continuam a ser faladas e, principalmente, hoje mostramos que ser indígena é motivo de orgulho, pois nossa história marca a diversidade, a pluralidade, a ampliação dos conhecimentos e caminha em conjunto com um enorme patrimônio social e natural. Afinal, a história dos povos indígenas do Rio Negro não separa o ser humano do seu ambiente, das águas, das florestas, das montanhas e dos animais. Criamos desta forma riquezas que vão além de cifrões, de números. Nossa riqueza é maior que o PIB, ela é todo esse território de qual o mundo precisa para que seu clima mantenha as condições de vida do ser humano, ela traz concepções filosóficas, mitológicas e ecológicas sobre uma das regiões com a mais rica biodiversidade do mundo, a Floresta Amazônica. Produzimos e conservamos um sistema agrícola de ampla diversidade, resistente a pragas e que não carece de venenos. Temos, portanto, enormes contribuições ao nosso mundo e lutamos para que estas sejam reconhecidas.

Este reconhecimento é o que guia os trabalhos da FOIRN, reconhecimento de que os povos indígenas habitam esta região há milênios e que contribuem enormemente ao nosso país e ao mundo. No entanto, isso somente acontece através de grandes esforços, é por isso que a luta faz parte do nosso cotidiano. Lutamos pois há interesses que prefeririam destruir nossos territórios para dar lucro para quem já está soterrado de dinheiro. Temos que lutar pois somos ameaçados com ideias que menosprezam e querem uniformizar nossos conhecimentos milenares. Lutar porque aqui já queimaram malocas e demonizaram nossos costumes. Lutar pois há incentivos para quem vende cachaça e não para quem cultiva o bem viver na comunidade. Lutar pela nossa cultura e território.

Esta luta tem mais de 27 anos, mas há 27 anos trabalhamos com essa ferramenta garantida pela Constituição Federal de 1988, que é a associação indígena. Aqui na FOIRN propomos e acompanhamos as políticas públicas governamentais. Assim, construímos no dia a dia uma ponte entre a comunidade mais distante e o Estado Brasileiro. Fazemos as reivindicações de nossos parentes ecoarem nos palácios do governo e chegarem a quem pode tomar decisões que garantam nossos direitos.

Apesar de toda esta trajetória nos últimos 27 anos, ainda recebemos críticas sem fundamentos de que as terras indígenas trazem atraso e impedem o progresso. Lembramos para estas críticas que é em nome desse progresso que parentes no Mato Grosso do Sul são mortos por proprietários de grandes fazendas. É este progresso que polui nosso mundo e faz com os que mais ricos fiquem mais ricos e os mais pobres mais pobres. As Terras Indígenas são, ao contrário disso, reais exemplos de progresso. Nelas ainda se encontra ar puro, água, espaço, liberdade e reciprocidade. Nelas se pode viver sem nos submetermos a patrões e donos de negócios que querem só nossa força de trabalho e pagar o mínimo possível para que possam lucrar o máximo.

Convidamos assim vocês para refletirem sobre o nosso mundo de hoje, pensarem como podemos melhorá-lo e que estratégias podemos traçar em conjunto, pois essa história de 27 anos traz uma marca importante dos nossos ancestrais, a coletividade. Nossa instituição sempre foi e continuará de portas abertas para que nossos trabalhos sejam conhecidos, analisados e melhorados.

Assim como não deixamos de sermos indígenas por usarmos novas tecnologias ou falarmos português, não deixaremos que novas táticas de colonização acabem com nossos saberes e práticas milenares. Saibam suas histórias, procurem saber a versão não somente dos dominantes, mas também a versão daqueles que resistem, que lutam para que injustiças não sejam perpetuadas. Uma grande parte dessa história de resistência está aqui, ela é incorporada pela FOIRN, está na nossa maloca, nas nossas lideranças, nas nossas comunidades, roças, em danças de cariçu, em rodas de caxiri e também em nossos livros, arquivos e vídeos. Conheçam esta história.

O parabéns a FOIRN e a todos que contribuíram para sua existência é na verdade um parabéns à diversidade, à pluralidade e à tudo que nossos povos indígenas do Rio Negro representam.

 

Publicado no blog da FOIRN (www.foirn.wordpress.com), em 30 de Abril de 2014.

Anúncios

Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro.

Imagem

Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro.

O Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro é entendido como um conjunto estruturado, formado por elementos interdependentes: as plantas cultivadas, os espaços, as redes sociais, a cultura material, os sistemas alimentares, os saberes, as normas e os direitos.

 

Leia também: Indios criam Conselhos da Roça para compartilhar saberes, práticas e fazer a diversidade dialogar no âmbito do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro.

Ataque de deputado ruralista a índios, quilombolas e gays repercute na imprensa e na internet

Discurso de ódio a minorias e incentivo ao uso de armas por agricultores teve reação entre organizações da sociedade civil e movimentos sociais. Indígenas estudam entrar com representação no MPFVersão para impressão

O discurso do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara Federal, deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), atacando índios, quilombolas e homossexuais teve ontem grande repercussão na imprensa e nas redes sociais.

Em um único dia, o vídeo da fala do parlamentar no Youtube teve mais de 50 mil visualizações. O assunto foi muito comentado no Facebook e no Twitter. A notícia saiu nos sites dos principais órgãos de imprensa, como a Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, Zero Hora, G1 e Uol. Também houve reação entre organizações da sociedade civil e o movimento social.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Continue lendo aqui

Fonte: Instituto Socioambiental

Vozes do Rio Negro: Todos contra PEC 215, já Brasil!!!

Vozes do Rio Negro: Do Noroeste da Amazônia tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Venezuela para o mundo sobre a luta dos povos indígenas no Brasil

Todos contra PEC 215, já Brasil!!!

 

Verás que um filho teu não foge à luta (Hino Nacional Brasileiro)

Estamos juntos em uma data, 7/02/2014, seguindo o calendário oficial da República Federativa do Brasil e conseqüentemente sua noção de tempo que nos fora imposta. Tal noção nós já dominamos e incorporamos ao nosso jeito, sem desrespeito à norma. Inclusive travamos momentos de diálogos, negociações e acordos com instâncias reconhecidas na nossa democracia. Hoje seria um dia de comemoração de acordo com o diário Oficial. No entanto, vemos mais um dia se passar, afinal já são quase 190.000 mil dias desde 1500, sem com que o ataque aos povos indígenas cesse.

Nem todos os brasileiros sabem o que aconteceu e o que está acontecendo com os povos indígenas de direito originário no Brasil do passado, no Brasil de hoje e de futuro. Eis aqui vamos contar para você entender a questão.

No passado fomos 5 a 6 milhões de pessoas, mais de 1.000 línguas e etnias diferentes. Para onde foram estes milhões de pessoas? Saíram para invadir outras terras em outros países? Os que chegaram aqui há bem pouco, já alcançam mais de 190 milhões de pessoas em apenas 5 séculos. E em apenas 5 séculos os povos nativos que aqui habitavam este lugar há milênios, foram reduzidos a menos da metade de um milhão. E as sua terras foram tomadas por completo através de um certo Estado Nacional inventado para dominar povos nativos na face da terra pelos poderoso-invasores. Ai de quem inventou isto na face da terra, por que através dele mataram muita gente, e um certo Deus está cobrando deles explicação sobre isso . E eles mesmos diziam que matar pessoas, seres humanos, era pecado, daí certo que hoje devem estar comemorando resultado de suas ações nas profundezas do inverno criado por eles para eles mesmos que é a pior condenação criada pelo criador para desobedientes.

Quase 2000 anos depois de Cristo, portanto depois de dois milênios, os povos indígenas garantiram seus direitos dentro do Estado Nacional Brasileiro; que em menos de 20 anos depois de 1988, os ruralistas, antigos latifundiários, hoje diretamente através do Estado Nacional Brasileiro no Congresso Nacional se valem para tentar rasgar os princípios da Constituição Brasileira através de emendas constitucionais com argumentos discriminatórios para vergonha nacional de forma cruel; nada estranho porque estão apenas seguindo conselhos de seus pais, avôs, da sua linhagem, de seus costumes que está há cada ano mais perto de acabar com o mundo suas ações resultaram no que é a mudança climática que não terá pena de ninguém, por mais que os ricos tentam construir suas moradas em outros planetas; mas a idade chegará neles e não sabem que não escaparão da morte que os levará ao encontro de seus ancestrais lá no inferno.

É o máximo que desejamos de felicidade para os ruralistas e a outros seus apoiadores e seguidores porque não temos força suficiente para fazer esta terra ter mais longevidade, para que as futuras gerações no planeta-terra pudessem usufruir tempos e mais tempos como viviam nossos antepassados há milênios atrás. Parece que sobre tudo, o que está acontecendo com os povos indígenas no Brasil de hoje tem aval da sociedade Brasileira ou do mundo como todo? Será finalmente o nosso fim tanto desejado pelos inimigos dos povos indígenas no Brasil? Mas não será isso o fim do próprio Brasil que anseia tanto a riqueza, o crescimento, o poder de consumo em uma ansiedade que não deixa as pessoas dormir direito todos os dias preocupados para não serem roubadas as suas riquezas? Será que não sabem que estão perdendo todos os dias as suas riquezas de tranqüilidade de serem apenas humanos e cuidarem da terra de fato? E que sua missão é de cuidá-la e não destruí-la? De manejá-la e não desmatá-la? De enriquecê-la e não empobrecê-la?

A história desta terra Brasil não condiz com princípios humanos para com os povos indígenas. Os povos indígenas não têm propriedade e título de terras. As Terras Indígenas são terras da União, são patrimônios da União dentro de política de ordenamento territorial. Ao contrário dos nossos antigos inimigos “latifundiários” hoje com a nova cara, cara refeita certamente com cirurgias plásticas que os maquiaram de “Ruralistas” que possuem 60% de Terras do Brasil como propriedade e parece que querem ter o Brasil inteiro como sua propriedade. Isso não é contra princípio de um Estado Nacional? Foi para isso que conseguiram chegar ao Congresso Nacional? Para mudar todos os direitos das minorias deste país e depois entre si distribuir mais Terras somente em nome de riqueza que destrói a própria terra no mundo?

Serão estas pessoas humanas, restos dos restos humanos no sentido de que são descendentes dos que vieram como bandidos para esta terra que estão destruindo todos os dias e de todas as formas? Será que não se preocupam com sua futura geração? Será que seus filhos não param para pensar e ver o que seus pais estão fazendo é uma crueldade contra seres humanos? Será que não carregam mais cruz no seu peito para lembrar que não são imortais?

Lembramos que 12% das Terras Indígenas são Terras da União, são Terras-patrimônios da União. E que isso é muito pouco que se conquistou depois de muita luta, muitas mortes de vida, depois de tantas perdas de terras originarias e que deve ter rigorosa proteção; que a União tem o dever de se fazer respeitar. Isto se este país ainda for democrático e de direito. Será?

Lembramos também que os 60% de Terras como propriedade e títulos que os Ruralistas têm das Terras Brasileiras, já significa uma ameaça a sociedade Brasileira. É uma ameaça interna que o Brasil não enxerga ou que se faz de cego por causa de interesses particulares que acabam desviando funções pública, governamentais e da coletividade. Uma grande maioria ainda nesta terra não tem espaço para construir uma pequena casa para descansar sua cabeça depois de longas datas de luta no dia-a-dia do trabalho.

Os chamados ruralistas, antigos latifundiários hoje não passam de uma “peste” que além de estarem em campos, destruindo a floresta, a terra, os rios, lagos, nascentes, estão nos partidos, também nos governos, no congresso, no judiciário, compram direitos, destroem direitos, atacam sem pena aos direitos especiais e das minorias da sociedade Brasileira. E o Governo Federal parece concordar com todo. Ainda existirá Justiça no Brasil dos latifundiários, ou melhor, dos “Ruralistas” para toda sociedade Brasileira?

Os povos indígenas são acusados falsamente década a década de internacionalizar a Amazônia, mas na verdade são Ruralistas que internacionalizam os direitos de alimentação, porque eles não alimentam a população brasileira, eles alimentam outros países com exportação e mais exportação, não se sabe ainda porque não se exportaram que seria melhor para o Brasil; são eles quem tornam as terras brasileiras em particulares. Quando conseguirem transformar tudo em seu benefício, ai o Brasil não será mais um país democrático e de direito.

Os povos indígenas já sofreram bastante, muito e muito, perderam muitas outras etnias na luta pela vida, já perdemos toda nossa terra, e pouco que reconquistamos dentro da própria Constituição, querem retomar o que só temos para nosso usufruto exclusivo, sendo ela mesma no Estado Nacional Brasileiro. Já tiraram de nós todas nossas terras, e já nos causaram desmatamento de nossas florestas, e desmatamento cultural, destruição da natureza, o que mais? E ainda querem mais e mais? Por isso o Brasil não pode aceitar quaisquer medidas legislativas e administrativas que afete negativamente os nossos direitos. Todos contra PEC 215, já Brasil!!!

Queremos nós representantes dos Povos Indígenas do Rio Negro reafirmar nosso compromisso e dever de manter aceso e permanente a luta e que não vai parar; que a luta pela vida continua pelos povos indígenas; que a luta para longevidade da terra continua para todos os filhos da terra, inclusive para os filhos dos nossos inimigos que querem acabar com nossos direitos que restou. Pois ainda mantemos vivo nosso ser de humanidade, nossa herança mais importante deixada pelos nossos ancestrais para com a vida na terra.

VIVA O DIA NACIONAL DA LUTA DOS POVOS INDÍGENAS!!!

Todos contra PEC 215, já Brasil!!!

São Gabriel da Cachoeira, 07 de Fevereiro de 2014.

Assina os povos indígenas do Rio Negro

Arapaso, Bará, Barasana, Desana, Karapanã, Kotiria (Wanana ou Uanano), Kubeo, Letuana, Makuna, Miriti-tapuya, Pira-tapuya, Pisa-mira, Siriano, Taiwano (Eduria), Tanimuka, Tatuyo, Tukano, Tuyuka, Yuriti; Baniwa, Baré, Kuripako, Tariana, Werekena; Daw, Hupda, Nadöb, Yuhupde, Nukak, Kakwa; Yanomami;

Publicado oficialmente no blog da Foirn: foirn.wordpress.com

Artesanato indígena do rio Negro

Citar

O contato com a sociedade não indígena nos trouxe uma dependência de artigos industrializados que se tornaram de primeira necessidade, tais como sabão, panelas de alumínio, anzol e outros. Para adquirir esses produtos, trocávamos nossos artefatos com comerciantes ou com a missão católica. Essas pessoas nos davam em troca os artigos industrializados, porém em quantidades e valores que nunca correspondiam ao real valor dos nossos produtos. Era sempre uma troca injusta, pois eram eles que ditavam o preço a ser negociado. Por exemplo, cestarias que demoravam meses para ficarem prontas eram trocadas por uma barra de sabão, ou um par de roupas usadas. Porém ao adquirirem nossos artefatos, esses comerciantes os vendiam com valor muito mais acima do que pagavam.  Isso fez com que muitos artesãos se desanimassem e deixassem de produzir artesanatos, porque viam que seus produtos não tinham valor.

(retirado do site da FOIRN/A Foirn e a valorização do artesanato indígena do rio Negro).

Escola Pamáali se prepara para a semana de eventos e formatura.

Faltam apenas algumas semanas para chegar a semana de formatura, os preparativos para o evento já começaram. Foto: G. Pereira.

Com pouco menos de três semanas para o inicio da sequência de eventos que será fechado com a grande festa de formatura da V turma da escola no dia 15/12, a escola Pamáali desde a semana passada começou a se organizar e fazer os retoques necessários. Reformas do palco dos eventos, a quadra-praça Pamáali já está praticamente concluída.

Os ensaios de danças tradicionais contará com a presença de alguns sábios e colaboradores com a escola. O que vem sendo feito desde 2004, quando foi realizada a primeira festa de formatura.

Será a primeira vez que a EIBC-Pamáali, localizado próximo a comunidade de Tucumã Rupitá, irá sediar três importantes eventos.  Serão realizados em sequência a partir do dia 12/12 a  Assembleia Geral da Organização Indígena da Bacia do Içana – OIBI, Assembleia Geral da Associação do Conselho da Escola Pamáali- ACEP nos dias 13 e 14/12 e para fechar a semana, nada melhor que a V formatura da EIBC no dia 15/16.

A partir da semana que vem serão iniciados postes especiais sobre esses eventos, onde serão contado um pouco da trajetória de alguns jovens que estão chegando à primeira conquista e para alguns, mais uma. São 24 alunos de ensino fundamental e 10 de ensino médio.

São esperadas mais de 300 pessoas para esses eventos. As duas grandes assembleias terá como uma das pautas a eleição de nova diretoria. Atualmente (desde 2009) a diretoria da oibi é: Mario Farias – Presidente, Wilson Júlio – Vice-Presidente, Armindo Brazão – Tesoureiro e Paulo Farias – Secretário. Em 2011, na Assembleia de Comemoração de 10 anos, pelo afastamento do presidente eleito em 2009, houve a eleição da nova diretoria da ACEP, portanto, os diretores atuais são: Juvêncio da Silva Cardoso – Presidente (professor da EIBC), Alfredo Feliciano Brazão – tesoureiro (professor da EIBC) e  Raimundo Benjamim (eu)- secretário (professor da EIBC).

Enquanto a data não chega, alunos e professores estão fazendo as tarefas e obrigações. Monografias, ensaios (danças e cantos) e atividades de campo passaram a ser as atividades diárias da escola desde a semana passada.

Na Formatura serão apresentadas danças tradicionais, e a cerimônia de Kalidzamai. Na imagem mestre Samuel da Silva (em memória), na formatura de 2007. Foto: Acervo EIBC.